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Aproveitando a intensificação do conflito entre Bonta e Brakmar, os defensores de ambas estão fazendo campanha por todos os lados. É nessa hora que pipocam os panfletos, e os dozeanos não podem mais sair de casa sem serem abordados por aventureiros endiabrados... hum, quer dizer, engajados, ansiosos para exaltar os méritos de sua cidade...

Você tem um estilo de vida desastroso, vive se metendo em brigas, come caquinha de nariz, só troca as roupas íntimas quando sente que está rodeado de moscas e adora pegar pesado com todo mundo?

Pois bem. Você tem toda a pinta de um(a) cidadã(o) repugnante! Se você ainda não foi:

JUNTE-SE A BRAKMAR!

Embora já não seja necessário, gostaríamos de doutri..., quer dizer, de lembrá-lo(a) por que a cidade sombria é a única que merece ser defendida (e por que seria bom botar fogo em Bonta e acabar com ela de uma vez por todas).

 

Nós chegamos primeiro

Em primeiro lugar, acabemos com os falsos boatos (e com aqueles que os espalham).

Ao noroeste das Planícies de Cania, circula um boato absurdo de que uma certa cidade branca foi a primeira a ser construída, muito antes de Brakmar. Hahaha! HAHAHA! HA HA HA HA HA HA HA HA HA! É hilário, não é mesmo?

Lembre-se muito bem disso: o próximo que disser algo do gênero vai virar comida de Awaw.

Você não aguenta mais aquela arquitetura insossa, as intermináveis torres de pedras brancas, as telhas azuis e todos aqueles detalhes que só agradam à elite bontariana? Então, você deveria dar uma olhada no que rola no sudoeste do nosso belo continente amakniano...  
 

E aí? Demais, né? A vantagem do metal é que dá para ouvir alguém chegando a kilokâmetros de distância. E você já deve saber que em Brakmar a gente adora tudo o que faz barulho!

Dizem que o metal utilizado para construir essa maravilha arquitetônica foi forjado diretamente no magma das Estepes de Sidimote. Dizem também que em alguns lugares ele ainda é ardente. Aliás, é comum ver alguns brakmarianos com a tez avermelhada no distrito de Bigorna. As más línguas dirão que é culpa da cerveja Pageral servida pelo dono da taberna com o mesmo nome. Só dá para saber se é verdade indo prová-la.  

Construída em 12 de septange do ano 24 (notem que é BEM ANTES do ano 25. Só estamos dizendo...) por essa criatura chamada Djaul , em homenagem a Rushu (isso mesmo, você o conhecem... o Mestre Demônio. Aquele que invadiu o Mundo dos Doze com seu exército de Shushus maléficos). Brakmar tem nos agraciado desde então com seu estilo inconfundível e seu universo implacável.

Todos os anos, nesta data, os brakmarianos deixam o circo pegar fogo. Quer dizer, não ao pé da letra (dessa vez). Se bem que, não vamos mentir, às vezes uma carroça ou outra acaba pegando fogo, sim. Mas de modo geral, é só maneira de falar! Além do mais, isso seria só um pequeno detalhe comparado à baderna que ocorre nesse dia...

Em princípio, as comemorações terminam em briga geral. Pois, cá entre nós, tem coisa melhor para terminar a noite em grande estilo do que uma boa peleja? Aaaah, esses brakmarianos... Pode-se dizer que eles são entendidos em festa!

Submundo mal-afamado

Em Brakmar, na esquina de uma ruela escura (e todas são), é muito provável que você tenha encontros desagradáveis... Mas ao contrário do que dizem, nem todos os brakmarianos querem sua cabeça! De fato, alguns preferem seu dinheiro, outros, sua montaria, suas roupas... Então, por favor, pare de exagerar!

Entretanto, precisamos admitir que há um ser cujas intenções são tão obscuras quanto a sua pelagem... Conhecido simplesmente como Negro, o chefe dos ratos de Brakmar só pensa em uma coisa: conquistar a cidade sombria para poder viver em sua superfície!

Dizem que para atingir seus objetivos, os ratos inverteram as armadilhas postas pelos brakmarianos para que ficassem contra eles. Eles também não hesitaram em solicitar ajuda dos cacamundongos (sacrificando-os, por exemplo) para realizar experimentos um bocadinho sádicos com os brakmarianos com o intuito de encontrar A doença que será capaz de erradicá-los todos!

Negro também teria uma fantasia secreta de um dia domesticar os habitantes da cidade sombria para transformá-los em animais de estimação. 

Pense nisso quando estiver percorrendo o circuito de tubos de esgoto de Brakmar...

Alto astral, amantes de bebidas fermentadas e comida boa: como regra geral, os brakmarianos são bem boêmios. Exceto alguns que são um pouco mais, como posso dizer... mortos-vivos? Se você tiver vontade de visitar a torre de Brakmar, saiba que existe a possibilidade de você dar de cara com Domen, o Sombrio.

Você deve estar pensando que isso é impossível, pois todos os membros do Triunvirato do qual ele fazia parte desapareceram misteriosamente. Aliás, muitos pensam que eles estão todos mortos. Na prática, isso não é bem verdade...  

Dizem por aí que o espectro do Domen assombra a cidade. Encarcerado na prisão de Brakmar por Oto Mustam devido a divergências internas no Triunvirato, o representante de Brumário agora faz campanha contra o ditador de Brakmar e se diverte assustando os jovens recrutas da milícia.

Aventureiros de barriga cheia

Bateu uma fominha? Dê um pulinho na Taberna do Bworkbol, mantida por Krachan Porterr, o pai do capitão do time de Papabol brakmariano!

É aqui que os Brafamintos, privados de comida antes dos jogos para decuplicar a agressividade no campo, vêm encher a pança (e matar a sede, claro...).

Na Taberna do Miawkemado, você poderá se empanturrar, pois os pratos são fartos e saborosos.

Aqui, você não vai correr o risco de encontrar só umas folhinhas de alface no seu prato, como acontece em alguns restaurantes pomposos frequentados pela burguesia bontariana! Orelhas de porkassos caramelizadas, bolinhos de tripas fritas e refogado de rins de papatudo são algumas das especialidades preferidas dos brakmarianos.

Na hora de estripar um inimigo, é melhor estar de barriga cheia!

Uma milícia intragável 

Em Brakmar, a quantidade de aventureiros que não estão com a cabeça a prêmio pode ser contada nos dedos da mão cortada de um prisioneiro de guerra. Aliás, você deveria dar uma passadinha na sala dos cartazes de procurado, que fica perto da Couraça. Quem sabe? Talvez você veja sua própria cara estampada por lá!

Quer entrar para o exército brakmariano? Com prazer! Mas saiba que o treinamento é muito longo e perigoso... Muitos tiveram suas asinhas cortadas antes mesmo de poder exibir com orgulho as asas vermelhas flamejantes dos guerreiros de Brakmar... 

Você sabia?

Para se deslocar de um ponto a outro na cidade sombria, uma rede inteligente de teleféricos foi criada recentemente. Confortavelmente instalado(a) em uma cabine com a forma de um crânio de Chafer, você poderá admirar as paisagens lúgubres e as vistas sinistras, de uma forma nunca antes vista.

O próprio Djaul visita frequentemente a cidade sombria. É uma forma para o protetor de descendor recarregar as baterias e respirar um pouco de ar sulfuroso e viciado...

Você já deve ter entendido que a vida brakmariana não é mole. Mas no fundo... não é exatamente isso que você está procurando? Dormir, relaxar, cuidar de si: para que perder tempo com essas bobagens? Em Brakmar, sabemos como o tempo é precioso e que cada segundo nos aproxima um pouco mais da morte... do nosso próximo adversário!

 

O que você está esperando para brandir a bandeira brakmariana?